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Bom, vamos ao diálogo entre mim e o gordo (já estava sentado e a barriga dele quase explodindo por debaixo do encosto de braço):
“Eu adoro Aline Barros.”, disse ele, tirando um cd player da mochila.
“Bom pra você.”, disse, olhando para a janela.
“Você não gosta da Aline Barros? Não é possível!”
“E porque deveria gostar?”, perguntei, ainda olhando para a janela.
“Ela tem a voz linda e seus cantos de adoração me fazem chorar”, disse o gordo, esfregando os olhos de alegria.
“Legal”, respondi sem paciência. Tinha um gordo chorando do meu lado!
“Você é irmão de fé?”, perguntou ele.
“O que seria isso?”
“Evangélico, Cristão.”
“Não.”
“Você é católico?”, perguntou ele, insistindo na conversa.
“Não.”
“Qual a sua religião?”
“Sou macumbeiro.”
Fim da conversa.
“Eu adoro Aline Barros.”, disse ele, tirando um cd player da mochila.
“Bom pra você.”, disse, olhando para a janela.
“Você não gosta da Aline Barros? Não é possível!”
“E porque deveria gostar?”, perguntei, ainda olhando para a janela.
“Ela tem a voz linda e seus cantos de adoração me fazem chorar”, disse o gordo, esfregando os olhos de alegria.
“Legal”, respondi sem paciência. Tinha um gordo chorando do meu lado!
“Você é irmão de fé?”, perguntou ele.
“O que seria isso?”
“Evangélico, Cristão.”
“Não.”
“Você é católico?”, perguntou ele, insistindo na conversa.
“Não.”
“Qual a sua religião?”
“Sou macumbeiro.”
Fim da conversa.

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